Em Israel, o trauma da guerra do Yom Kippur permanece vivo

Quarenta anos depois da Guerra do Yom Kippur, os israelenses ainda se perguntam se o seu país pode voltar a ser surpreendido por um ataque militar, em meio a um contexto de crescente tensão regional.

No dia 6 de outubro de 1973, às 14h00, em plena celebração do Yom Kippur, o dia mais sagrado do judaísmo, Egito e Síria iniciaram a ofensiva do Ramadã contra o Exército de Israel a oeste, ao longo do Canal de Suez, e a leste das Colinas de Golã.

Os líderes israelenses se convenceram da iminência de um ataque apenas cinco horas antes, e decretaram a mobilização geral dos reservistas.

Esse atraso custou caro aos militares, que sofreram pesadas perdas (mais de 2.500 mortos). As baixas acabaram com o mito da invencibilidade de Israel, após a sua esmagadora vitória na Guerra dos Seis Dias, em junho de 1967.

As imagens de soldados atordoados capturados nas Colinas de Golã, ou cercados perto do Canal de Suez, além da angústia nos rostos dos líderes políticos e militares, até hoje assombram a opinião pública.

Leia o texto na íntegra no Portal Terra

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