A volta do antissemitismo

Estereótipos do passado alimentam, hoje, o apoio de extremistas de direita contra judeus

04 de novembro de 2013 | 2h 08 – O Estado de São Paulo
Marianne Szegedy-Maszak* – O Estado de S.Paulo – The New York Times
Meu pai, Aladar Szegedy-Maszak, diplomata húngaro, jantou com Adolf Hitler em três ocasiões. E depois foi enviado para o campo de concentração de Dachau.

No cargo de secretário do embaixador húngaro na Alemanha de 1932 a 1937, testemunhou a ascensão do führer. Encontrou-se com ele numa recepção e em dois almoços – a primeira vez, em 10 de fevereiro de 1933, quando Hitler pronunciou seu primeiro discurso como chanceler.

Ele contava que o suor escorria pelo rosto de Hitler a ponto de encharcar seu uniforme. O discurso não impressionou meu pai, mas ele ficou profundamente incomodado com a reação entusiástica do público. “Esta foi minha primeira experiência pessoal de que estávamos lidando com um movimento de massa quase religioso, ou talvez, mais precisamente, com uma psicose de massa”, escreveu.

Continue lendo o texto no link original do Estadão

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