Obras Assistenciais Irmã Dulce participará da cerimônia de Chanucá da SIB

OSID - Obras Assistenciais Irma Dulce

OSID participará de tradicional cerimônia israelita

A Sociedade Israelita da Bahia (SIB) comemora no próximo domingo o Chanucá, um dos mais populares feriados judaicos que marca o direito do povo judeu em manter suas tradições e costumes livremente. A festa acontece durante oito dias, quando é aceso um candelabro de oito braços – a Hanukiá, que contém uma vela adicional com a qual são acesas as demais velas. A cada noite acrescenta-se uma vela até que no último dia a Hanukiá está completamente acesa e plena de luz.

Este ano, para celebrar o respeito à liberdade e à diversidade religiosa, a SIB convidou a superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce, Maria Rita Pontes, e líderes religiosos de diversas crenças para acender as velas da Hanukiá. A cerimônia será realizada no dia 01 de dezembro, às 19h, na Praça Jorge Amado, no segundo piso do Shopping Iguatemi.

“Convidamos a OSID para participar desse momento tão importante para nós em reconhecimento ao trabalho belíssimo que a instituição desenvolve salvando vidas. Quando pensamos em fazer o bem, pensamos nas Obras de Irmã Dulce”, destacou o rabino Uri Lam, da Sociedade Israelita da Bahia.

Festa das Luzes

Também conhecida como a Festa das Luzes, Chanucá (pronuncia-se Ranucá) significa “inauguração” em hebraico. Conta a história que, há quase 2.200 anos em Israel, o rei selêucida Antíoco ordenou a construção de um altar para Zeus no templo de Jerusalém, fazendo sacrifícios de animais impróprios sobre o seu altar e proibindo com pena de morte todo aquele que mantivesse as tradições do povo de Israel. Isso gerou uma revolta liderada por Judas Macabeus que durou três anos. Ao final, alguns judeus aguerridos derrotaram o poderoso exército de Antíoco, retomando Jerusalém e reinaugurando o templo com os rituais judaicos.

Mas foi um milagre que deu origem à festa de Chanucá. Ao entrarem no templo, os judeus constataram que só havia um jarro de azeite puro para que as luzes da Menorá (candelabro) fossem acesas, suficiente para apenas um dia, mas que milagrosamente durou oito dias, tempo necessário para que um novo azeite puro fosse produzido e levado ao templo para manter a Menorá constantemente acesa.

 

Publicado na newsletter das Obras Assistenciais Irmã Dulce

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