Conib repudia ataques à comunidade judaica na Ucrânia

A Confederação Israelita do Brasil manifesta o seu repúdio aos ataques de que tem sido vítima a comunidade judaica ucraniana e externa sua solidariedade aos 350 mil judeus que vivem no país, compondo a quinta maior população judaica da Europa.

Há poucos dias, vândalos pintaram suásticas em uma sinagoga em Simferopol, capital da Crimeia. Em fevereiro, uma turba atirou coquetéis molotov junto à entrada da sinagoga de Zaporozhye – não houve feridos. Em janeiro, um professor de escola judaica foi atacado em Kiev. Um rabino pediu recentemente aos judeus que deixassem a capital ucraniana.

“Elementos antissemitas aproveitam o caos político para cometer atos de violência contra judeus e instituições judaicas e, possivelmente, desacreditar as autoridades em Kiev”, declarou o presidente da Conib, Claudio Lottenberg.

Ele lembrou a rica história judaica na Ucrânia: “Os judeus se estabeleceram naquele território há cerca de 1.000 anos. Lá nasceram, entre outros, Golda Meir e Shmuel Yosef Agnon, Nobel de Literatura. Por outro lado, houve também muitas perseguições, sobretudo nos séculos 19 e 20”.

“Independentemente de quem esteja orquestrando os ataques, os ucranianos devem garantir a segurança da comunidade judaica. É inaceitável um retorno dos fantasmas do passado”, concluiu Lottenberg.

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