Um guia de Jerusalém para os aventureiros

Jerusalem arco-íris

Estive em Jerusalém pela primeira vez em 2008. À época, eu escrevia um livro sobre a cidade como tese para a universidade. Como o rio Nilo, tentei devorar as margens dos livros de história e dos guias arqueológicos. Cinco anos depois, voltei à cidade sagrada para uma temporada de trabalho, escrevendo para esta Folha como correspondente internacional. Tentei conhecer, neste tempo, cada vez mais das ruas jerosolimitas.

Me parece que falhei.

Comprei, há algumas semanas, um novo guia de Jerusalém. É um livrinho curto chamado “Jerusalem: The Old City”, publicado pela editora Erez. Me havia chamado a atenção a quantidade de detalhes nas suas 150 páginas — folheando o livro, me deparei com becos ainda desconhecidos, na cidade. Quis prová-los.

Passei a manhã deste sábado (24) na cidade antiga de Jerusalém. Em seguida, voltei para casa com aquela mesma felicidade de 2008, de quem descobriu uma cidade pela primeira vez. Com um mapa em mãos, me perdi repetidamente na cidade que chamo de casa, e aprendi aqui a lição de modéstia da história.

Leia o texto completo na Folha de São Paulo

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